sexta-feira, 22 de abril de 2011

Simplesmente amo-te @*



Cada palavra que a ti se destina,

É coberta de amor e carinho.

Cada pensamento meu é para ti.

Cada noite minha é passada a sonhar contigo.


Ler as nossas conversas

Levaram-me para perto de ti

Tenho medo de ter perder,

Tenho medo de sofrer.



Amor és a minha luz.

És doçura, és calor.

És água, és refrescante.

És fofinho, és apaixonante.


Eu sou sensível,

Mas tu és irresistível.


Meu bebe, meu docinho.

Meu menino, tens

Todo o meu carinho

És o meu anjinho

Eu amo-te @*

quinta-feira, 21 de abril de 2011

E se???

Éspecie de agradecimento

Este poema já vem um pouco tarde , pois já foi redigido em Novembro. Já quase não me lembrava dele encontrei-o num blog que pertence a participantes do fórum PDL. Este poema foi feito por mim por brincadeira para um concurso , deu-me tanto prazer faze-lo que decidi coloca-lo aqui. Queria também agradecer à comunidade pdl , a hel e ao poeta em especial que me incentivaram a postar no pdl e assim lançar-me na Internet como um expirante a poetisa. Beijinhos a todos e obrigada...

Poema: Pecados

Vê, ouve e sente
consegues sentir?

São os pecados capitais a chegar
ao todo restam sete...

A inveja que te odeia.
Que se acerca de ti,
e te tira o que de mais
sagrado te pertence.

A ira que cheia de raiva
te tenta destruir,
E que danada leva tudo o que
vê à sua volta.

A luxuria que te preenche,
de fantasia perigosa.
E que te leva a jogar,
um jogo por vezes mortal

A avareza que te torna egoísta,
e ganancioso
e com os anos pretensioso
e invejoso,

A preguiça que te transforma,
num ser inútil e abandonado.
Do qual ninguém se lembra,
nem ninguém dele quer ouvir falar.

E o soberbo, é aquele…
Que se acha o maior.
Que não se importa com o ser menor.
O mal dos outros é-lhe indiferente
Se acha o superior e o mais influente.

A gula é aquela...
Que te despe, de qualquer beleza.
E Que te leva ao exílio da solidão.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Duvida

Fechas os olhos sem poderes ver o mundo

Corres e percorres o mundo num segundo

Sem entenderes, o que andas cá a fazer.

Não sabes se estás a ganhar ou a perder

O pensamento ressalta,

Na mente que o assalta.

O coração enche-se de ingratidão,

Pela humilde ilusão.

Somos escravos do medo

Não sabemos o segredo

Para o vencer e isolar

Sentimos-nos frustrados

Sem nenhuma solução para usar

Há noite na escuridão

Ouve a voz da razão.

Não poderás fugir

Não te será permitido desistir

A tua voz...

Tu não imaginas como o meu corpo vibra,

Como a tua voz e presença me equilibra.

Nem fazes ideia, de como te necessito

Enquanto dormes, desejo ver-te.

Quando estás longe desejo tocar-te

Quando estás perto, penso em beijar-te

Será amor? Este sentimento que nutro?

E não apenas um sentimento em diamante bruto

Essa tua voz doce e quente,

Que me embala docemente.

Deixa-me profundamente,

Embriagada e adormecida.


Num sonho profundo.

Numa terra esquecida,

À espera de te sentir chegar,

E dos teus poder lábios beijar.


O ciúme que a mim me sucumbe

Nas profundezas da minha alma

E só o teu ser a acalma

Tempo que passei...

Passaram-se meses, uma infinidade de tempo não sei quanto tempo passou que não fosse um tormento. Noites mal dormidas a reviver memórias e milhões de horas perdidas a pedir-te em pensamento para que para mim voltasses.

Perdia-me a pensar se estarias bem, a sonhar que precisavas de mim. Passava o meu tempo a tentar não escrever, a tentar lutar comigo mesma a dizer-me a mim própria que seria em vão tanta preocupação. Passei muito tempo a tentar esquecer-te, mas não fui capaz. Não saías de mim, não querias desenterrar-te do meu coração, ele não te liberou, não te deixou seguir e aquela voz continuava a pulsar dentro de mim a chorar intensamente.

Acordava sobressaltada a pensar em dar-te um bom dia, e chorava com o gelo que me perfurava o coração. A realidade que me ordenava que seguisse em frente. O chão tremia-me e a memória arrefecia-me.

Tive que apagar tudo teu, as tuas fotos, as tuas mensagens do meu telemóvel. Tinha de me proibir a mim própria de te ver. Apaguei até o teu número para não te dizer mais nada. Mas o meu subconsciente foi longe demais e descobriu um registo recente no qual tinha o teu número e impulso do coração exigiu de ti uma explicação. E assim mais um tempo se passou, até que o teu coração para ao pé do meu voltou.

Sobre a minha pessoa'

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Eu sou eu. Diferente das outras pessoas porque não existe ninguém igual a outra pessoa =)

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